CARI -  Psicologia  e  Educação
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A atuação da CARI em psicoterapia decorre da concepção filosófica que norteia todo o trabalho: compreende-se a pessoa como SUJEITO que traz sua história - realidade interna e externa - para, através da psicoterapia pesquisar-se, construindo gradativamente novas percepções sobre sua pessoa, "arriscando-se" na própria existência para buscar a ampla expressão de suas potencialidades, num movimento evolutivo.

A partir da entrevista inicial e da etapa diagnóstica elege-se o trabalho que melhor atenda às necessidades da pessoa e que se realiza segundo uma das alternativas abaixo:

Psicoterapia RAMAIN em grupo, atendendo crianças a partir de 5 anos, adolescentes e adultos. O trabalho se desenvolve em sessões semanais perfazendo um total de 3 horas; eleger-se-á, a partir do psicodiagnóstico, o grupo e o programa mais apropriado para desencadear a evolução do paciente em questão.

Psicoterapia DIA-LOG em grupo atendendo crianças a partir da alfabetização, adolescentes e adultos em sessões semanais que perfazem 2h30’. Com base no psicodiagnóstico eleger-se-á o grupo que melhor favoreça o desencadear da evolução do paciente em questão.

TED - Thérapie d´Échange et de Développement - Terapia de Troca e Desenvolvimento: encontra-se dentro de uma perspectiva neuropsicológica e busca incidir sobre as diversas funções que servem de base ao contato e à comunicação, facilitando assim o desabrochar da criança à relação com o outro, bem como ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. Destina-se a crianças e jovens com comprometimento em múltiplas áreas do desenvolvimento, em especial àqueles com prejuízos significativos na interação social recíproca. Tem sido utilizada com especial relevância para os seguintes quadros clínicos: transtorno autista, transtorno de retenção, transtorno desintegrativo da infância, transtorno de Asperger, transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação.

Saiba mais sobre TED e Autismo

Psicoterapia individual de base analítica: em sessões semanais, cuja freqüência também será estudada a partir das condições do paciente.

Orientação aos pais:
no trabalho desenvolvido em equipe interdisciplinar, e que privilegia o enfoque relacional, os pais são convidados a se engajar no processo que será vivido por seu filho, através de sessões de Orientação Familiar. Esse trabalho sistemático tem o propósito de criar um espaço de reflexão conjunta que leve os pais a melhor compreender as condições atuais, o prognóstico e o processo psicoterapêutico de seu filho, possibilitando o desenvolvimento de relações mais saudáveis.

Terapia Familiar Sistêmica:
a terapia familiar, diferentemente das psicoterapias individuais, atende os membros de uma família de maneira conjunta, como um grupo natural em funcionamento. O aporte sistêmico tira o foco do paciente trazido como membro sintomático para incluí-lo no conjunto das relações familiares. Esta maneira de considerar a situação desloca a responsabilidade individual ou endógena da doença do paciente, envolvendo o grupo familiar na disfunção carregada pelo membro apontado como "doente", que é então considerado como "o paciente identificado". O sintoma apresentado pelo "doente" passa a ser também considerado como a expressão de padrões disfuncionais de interação no interior da família. A terapia familiar sistêmica objetiva compreender em conjunto a natureza das pressões internas e externas às quais o grupo encontra-se submetido e, a partir daí, propiciar mudanças de significados e de estruturas familiares enrijecidas e paralisantes, devolvendo a seus membros, tanto individualmente como em grupo, a possibilidades do desenvolvimento de ações mais espontâneas e criativas e assim atingir novos padrões relacionais.

Saiba mais sobre Terapia Familiar Sistêmica - TFS

 

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